A volta da maior série da atualidade
A chegada do frio (pelo menos no Sul do país) mostra que o inverno está chegando. E com ele, mais uma temporada da principal série da HBO. Então nada melhor que acabar este hiato não planejado do blog com o tema que abriu ele, lá no ano passado: “Game of Thrones”.
No fim de semana, era o principal assunto. Quanto mais
perto chegava das 22h, horário da estreia da sexta temporada, mais e mais gente
falava sobre. Dos especiais dos sites, dos vídeos do YouTube (além dos milhares
de comentários, a NFL chegou a fazer um draft com os personagens), chegando aos
memes (até mesmo o Ministério da Educação aproveitou o retorno da série para
divulgar o Enem).
Até o MEC resolveu entrar na brincadeira
E devo destacar: a HBO soube aproveitar o hype. Já
preparava o terreno há semanas, com exibição quase diária dos episódios, em
sessões temáticas, como as principais mortes. E como de costume, abriu o sinal
para qualquer assinante de TV por assinatura, mostrando que por mais que você
possa baixar no outro dia, nada se compara a experiência de assistir “ao vivo”.
No meio de um tema medieval, temos uma novela. Um
folhetim clássico, que consegue unir espectadores de todos os estilos. Não
precisa ir longe para comprovar. É só ver o pessoal do trabalho, da turma, da
escola. A série tem fãs de todas as tribos. E todos estavam ansiosos por mais
dez episódios. Pensar que até o líder do mundo livre não se aguentou e pediu para assistir com antecedência.
Na tela, como já estamos acostumados, pouca coisa
aconteceu. Da mesma maneira que ocorreu nos cinco primeiros anos, a série segue
em ritmo lento. Mas sempre interessante. Instigante.
Nos 315 dias que separaram “Mother's Mercy”, último
episódio da quinta temporada, e “The Red Woman”, a estreia do sexto ano, a
grande pergunta era: o que aconteceu com Jon Snow? Ele segue morto. Mas já
tivemos algumas pistas valiosas quanto a uma possível ressurreição, como na
cena em que Ser Davos diz que Melisandre é "capaz de fazer coisas incríveis". A
própria mulher de vermelho fez questão de deixar a audiência de queixo caído
com a cena final, ao mostrar que tem alguns anos a mais do que aparenta.
Em geral, o episódio trouxe apenas as consequências dos
acontecimentos de “Mother's Mercy”. Ação mesmo, somente em Dorne, onde Ellaria
Sand e suas filhas fazem um massacre para tomar o lugar. Justamente o arco mais
fraco da temporada passada. Espero que com o prenúncio de uma guerra contra King's
Landing, a história mude.
“Game of Thrones” pode não ser a melhor série no ar, já
que o gosto é totalmente subjetivo. Mas é necessário encarar a realidade: esta
é a maior produção da atualidade. E as expectativas para o sexto ano são
grandes.
“Nós acreditamos que, em termos de roteiro, essa talvez seja nossa temporada mais forte até agora. Os episódios saíram melhor do que esperávamos. Nós sempre fomos relutantes em dizer ‘a melhor temporada já feita’, porque muito disso está nos olhos de quem vê. E Dan e eu somos tão próximos da série que é impossível ser imparcial. Mas cheguei à conclusão – assistindo todos os episódios juntos – que esta é a melhor temporada que já fizemos. Também é a aquela da qual eu me orgulho mais, porque foi a mais difícil”, garantiu o showrunner David Benioff.
“Nós acreditamos que, em termos de roteiro, essa talvez seja nossa temporada mais forte até agora. Os episódios saíram melhor do que esperávamos. Nós sempre fomos relutantes em dizer ‘a melhor temporada já feita’, porque muito disso está nos olhos de quem vê. E Dan e eu somos tão próximos da série que é impossível ser imparcial. Mas cheguei à conclusão – assistindo todos os episódios juntos – que esta é a melhor temporada que já fizemos. Também é a aquela da qual eu me orgulho mais, porque foi a mais difícil”, garantiu o showrunner David Benioff.
E pelo menos até o dia 26 de junho, a alegria (e
tristeza) das noites de domingo está garantida!





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